Foi lançado há dias em Turim, por ocasião da mais recente edição do Festival de Cinema LGBT: Da Sodoma a Hollywood, o livro 100 Classici del Cinema Gay: Il Film Che Cambiano la Vita, do italiano Vincenzo Patané. O livro percorre cem títulos da história da cinematografia queer estreados entre 1931 e 1994, acrescentando depois um capítulo sobre os festivais de cinema gay e lésbico, com particular atenção pelos que têm lugar em Itália. O autor tem já uma extensa bibliografia publicada, entre a qual vários outros títulos dedicados ao cinema queer como A qualcuno piace gay. Guida al cinema gay e lesbico in videocassetta (1995), L’Omosessualita nel cinema americano 1987/1998 (1999) ou L'altra metà dell'amore. Dieci anni di cinema omosessuale (2005).Vicenzo Patane’s book 100 Classici del Cinema Gay: Il Film Che Cambiano la Vita was recently released in Turim, during the 2009 LGBT Film Festival: Da Sodoma a Hollywood. The book covers one hundred titles from the history of queer cinema released beetween 1931 and 1994 and features a chapter on gay & lesbian film festivals, covering with detail those which have been organized in Italy. The author has already an extensive publishing career which includes other titles on queer cinema such as A qualcuno piace gay. Guida al cinema gay e lesbico in videocassetta (1995), L’Omosessualita nel cinema americano 1987/1998 (1999) ou L'altra metà dell'amore. Dieci anni di cinema omosessuale (2005).
BEST FEATURE FILM COMPETITION
“NUOVI SGUARDI” AWARD 2009
Antônia da realizadora brasileira Tata Amaral é o filme vencedor na categoria de Longa-Metragem de Ficção (1.000,00€ patrocinados pela discoteca Maria Lisboa), segundo o Júri "porque mostra o optimismo vibrante de quatro mulheres de uma favela erguendo-se contra as adversidades através da sua criatividade, em zonas desfavorecidas e frequentemente apresentadas apenas ao ritmo das armas e da morte". Foi ainda referenciado "o trabalho de câmara ousado, excelentes interpretações e a qualidade e segurança da montagem". A decisão coube a José Pedro Ribeiro, Presidente do ICA, à actriz São José Correia, à realizadora londrina Lisa Gornick e a Pier Maria Bocchi, crítico e programador de Cinema, em Milão.
O Júri decidiu, ainda, atribuir os prémios para Melhor Actriz a Nuria Espert e para Melhor Actor a Josep Maria Pou "pelas suas fortes, profundas e convincentes interpretações enquanto dois idosos que sabem que têm de passar por importantes mudanças durante os seus últimos dias juntos, em Barcelona (Un Mapa).
Darling! The Pieter-Dirk Uys Story, de Julian Shaw foi, por sua vez, eleito como o Melhor Documentário (1.000,00€) pelo apresentador e locutor da RTP, Eládio Clímaco, pela directora e programadora do Festival Identities de Viena, Barbara Reumüller, e por Maria José Garcia, advogada e gestora cultural Embaixada de Espanha. "Um documentário hábil, equilibrado, positivo e tocante com uma importante mensagem e perspectiva histórica e política", referiu o Júri que ressalvou "a forma terna, autêntica e educativa mas não moralista como o realizador lida com o seu protagonista".
Prémio do Público (500,00€ patrocinado pela editora Bico de Pena) de foi atribuído à curta brasileira 69 Praça da Luz, das realizadoras Carolina Markowicz e Joana Galvão com uma média de 8 pontos, numa escala de 1 a 10. I am Gay, do sueco Nicolas Kolovos, ficou em segundo lugar com uma pontuação de 7,9 e a curta portuguesa, Frequent Traveller, de Patrícia Bateira, alcançou o terceiro lugar com uma média de 7,8.



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